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Foguetes, trovoadas, barulhos aterrorizantes… Como ajudar?

Categoria: Dicas Data: 1 de fevereiro de 2018
Foguetes, trovoadas, barulhos aterrorizantes… Como ajudar?

Dias de chuvas intensas com relâmpagos e trovoadas, dias de jogos ou comemorações com foguetes e fogos costumam ser um pesadelo para nossos cãezinhos.

Apesar de muitos relacionarem a reação de pavor a dores de ouvido, isso é um mito. Sim, eles têm a audição muito aguçada, mas os ruídos não causam dor.

O que os apavora é a associação dos barulhos à noção de um perigo iminente. Eles sentem que algo muito grande, poderoso e perigoso está prestes a acontecer. Por isso,  a reação de fuga é normal, na verdade é um instinto de autopreservação. E esse instinto vem de seus ancestrais. É claro que, por seleção natural, num passado distante, aqueles que mais corriam e conseguiam se esconder ou se livrar das ameaças eram os que conseguiam sobreviver.

Olhando para a questão assim, o fato faz todo o sentido do mundo, mas… como ajuda-los?

Primeiramente, vamos reconhecer os sinais que os nossos amiguinhos nos dão de que estão sentindo muito medo: eles tremem, ficam tristes, amuados, parecem não encontrar lugar ideal para se esconder, latem muito, não comem, ficam muito ofegantes e alguns chegam a urinar ou defecar. Inteligentes como são, eles aprendem a antecipar eventos ruidosos como, por exemplo, céu escuro e carregado, ventania, umidade do ar e muitos até pela narrativa de jogos, etc. Isso causa a eles sofrimento e trauma.

Muitos cães escolhem locais em seus lares que considerem melhores “esconderijos”. Se o seu cãozinho tem esse lugar de preferência, deixe-o ficar onde prefere.

É bom lembrar que os gatos também sofrem com esse pavor.

Como podemos ajudar nossos bichinhos a ficarem mais confortáveis e menos traumatizados? Algumas dicas valiosas:

  • Nunca brigue com ele ou erga a voz se urinar fora do lugar, nessa situação.
  • É bom acostumá-lo desde bebê a associar os ruídos a fatos agradáveis: carinhos e petiscos podem ajudar.
  • Ajude-o a criar um bom “esconderijo” com luz acesa, TV ou sons ligados.
  • Algodão nos ouvidos pode ajudar um pouco.
  • Não o deixe preso a coleiras.
  • Tratamentos preventivos como florais, acupuntura, homeopatia podem ser uma boa opção.
  • Procure retirar do ambiente quaisquer objetos que possam representar perigo de acidentes.
  • Mantenha as janelas fechadas.
  • Alguns vídeos na internet ensinam um sistema de amarração com faixas que ajudam os bichinhos a ficarem mais estáveis.

É preciso buscar esclarecimento e ajuda, pois em situações de exposição a esses ruídos muitas situações dramáticas podem acontecer, entre elas: convulsões, fugas, atropelamentos, ferimentos, brigas, contusões, mutilações e em muitos casos até paradas cardíacas e respiratórias que levam à morte (principalmente dos bichinhos idosos).

Em alguns casos é necessária a sedação, sempre prescrita e supervisionada pelo Médico Veterinário.

Quer saber mais? Conversar com um especialista? Contate-nos!

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