Esporotricose em gatos e cães: sintomas, causas e tratamento
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Esporotricose em gatos e cães: sintomas, causas e tratamento

Categoria: gatos Data: 26 de fevereiro de 2020
Esporotricose em gatos e cães: sintomas, causas e tratamento

A esporotricose em gatos e cães é um doença de pele transmitida por um fungos e que assim como a Leishmaniose pode ser transmitida para humanos. Ou seja, atenção e cuidados redobrados para o bem-estar do seu pet e também o seu. 

 

Esporotricose em gatos

A esporotricose em gatos, também conhecida como doença da roseira, é causado por um fungos e o risco maior de contágio são em felinos que têm contato com áreas externas. A melhor forma a doença é manter os locais sempre, principalmente a a caixa de areia. 

 

É importante saber que alguns estudos mostram que a transmissão de esporotricose para humanos é mais recorrente por meio dos felinos. Então observe os locais que seu gatinho  frequente e em caso de dúvidas procure um veterinário e se estiverem brincando e ele te arranhar, desinfete a ferida rapidamente.

 

 Esporotricose em cães

A doença em cães é mais rara, sendo muito mais comum a esporotricose em gatos. De qualquer forma há o risco, então a orientação de prevenção é a mesma: manter os locais, principalmente externos, bem limpos, para evitar a proliferação dos fungos. 

 

Sintomas de esporotricose

Além das lesões cutâneas causadas pela esporotricose em gatos e cães, a doença ainda  pode causar perda de apetite e consequentemente diminuição de peso. E caso os sintomas se agravem e não seja feito o tratamento adequado, ainda podem ocorrer problemas respiratórios, locomotores e gastrointestinais. 

 

Tratamento de esporotricose

Primeiro de tudo é preciso consultar um veterinário para ser feito o diagnóstico por meio de exames citológicos, raspagem e outros. A partir da confirmação é indicado o tratamento para a esporotricose em gatos e cães, e para a alegria dos pets e seus donos, é uma doença que tem cura, desde que identifica a tempo e com o tratamento adequado.

 

Geralmente o tratamento é feito por meio de iodeto de sódio e potássio. E em pacientes felinos, o cuidado é maior porque existe mais risco de iodismo (efeito do tratamento que pode resultar em mal estares ao gato). 

 

É muito importante que a medicação seja feito apenas com a orientação e supervisão de um veterinário. 

 

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