Cuidados com o cão idoso - Central Pet
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Cuidados com o cão idoso

Categoria: Dicas Data: 1 de fevereiro de 2018
Cuidados com o cão idoso

Graças aos avanços na Medicina Veterinária e na qualidade de vida de nossos animais de estimação, eles têm vivido bem mais. Com isso, surgem situações novas para todos, como a Geriatria Veterinária.

O tempo de vida de nossos pets depende de vários fatores como porte, raça, estilo de vida, cuidados, etc. Prevalece, no entanto, a média de 15 anos para cães e até 20 para os gatos.

Para que se considere seu amigo idoso não é apenas a idade cronológica que conta. Os cães de grande porte são considerados idosos por volta de 7 anos, enquanto os de pequeno porte a partir de 12 anos. Os gatos já variam mais a classificação, considerando a qualidade de vida que levam.

É interessante avaliar cada caso individualmente, de forma semelhante à feita conosco, humanos.

A velha regra de 7 anos humanos para 1 do cão já está superada. Os pets idosos costumam apresentar dificuldades na locomoção, algumas raças ficam com os pelos branquinhos, menos animados para certas atividades, respiração mais ofegante, diminuição da visão e/ou audição.

Nessa fase é interessante intensificar as visitas preventivas ao Médico Veterinário para que a qualidade de vida seja assegurada, bem como a tranquilidade do tutor.

É interessante anotar mudanças de comportamento ou surgimento de características ou sintomas novos.nÉ muito importante tentar manter seu pet no peso adequado, estar atento à vacinação e vermifugação, mantê-lo ativo, dentro do possível. Providencie acessibilidade: eles já não têm facilidade para subir e descer em lugares altos ou mais difíceis. Evite mudanças muito grandes nos ambientes, já que a visão diminui. Fique atento à limpeza do tártaro. Entenda e não o repreenda se começar a fazer as necessidades fora de onde costumava. Esteja atento à hidratação. Como os idosos humanos, eles desidratam mais rápido e sentem menos sede.

Alguns sintomas semelhantes ao Alzheimer podem acontecer e é importante comunicar ao Veterinário qualquer mudança observada como, por exemplo, falta de interatividade, desorientação, distúrbios de sono, agressividade, etc.. A alimentação deve ser equilibrada e o mercado já oferece várias alternativas adequadas.

O contato amoroso da família e seu pet é um facilitador na detecção e busca das melhores soluções para cada problema dessa nova etapa. O importante é que seu anjo de patas sinta o amor que os une desde que ele era um bebezinho cheio de energia.

Quer saber mais? Tirar dúvidas? Conversar com um especialista? Contate-nos!

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